segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sobre desejo, convicção e o parque de diversões!


Os nossos desejos estão presentes em cada milímetro da nossa existência. Eles, que nos fariam tão bem se bem usados, são quase sempre os grandes vilões da nossa história. Quando os desejos se sobrepõem às convicções, transformam-se em armas letais ao bem e acabam por nos conduzir à ruína. Não, quem nos entregou os desejos não estava querendo nos enlouquecer. Desejo é como um parque de diversões: alguém paga o seu ingresso e quer te ver brincar, mas se você inventar de pular lá de cima da roda gigante, o problema não é de quem pagou o seu ingresso. Sim, nossos desejos são uma espécie de parque. Alguns rasgam os ingressos e nunca brincam, outros querem fazer coisas que os bilhetes não pagam. Os nossos desejos não podem ser maiores do que as nossas convicções. Isso seria uma grande tragédia no parque de diversões da vida!

Thiago Mendes

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