quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sobre a alma, pobre alma!

Lá estava ela, cansada e deprimida. Ontem estivera em uma festa, recebera vários elogios, agradou a si mesma com o ambiente e com as delícias que este ambiente lhe proporcionou. Mas agora, lá estava ela, cansada e deprimida. Os aplausos não foram capazes de fazer com que ela ficasse permanentemente contente. Estava frustrada. Pobre alma. Queria mais! Sempre quer mais!  Conhecera novos amigos, ouviu de alguns deles que fariam questão de tê-la para sempre por perto, sentiu-se importante, agraciada; mas novamente voltara a estaca zero. Vazia, sem rumo, chorosa, incerta, amedrontada e sem nenhum tipo de esperança. Será que há algum alimento sólido para ela? Alma! Pobre alma! Clama por socorro! Está faminta, quase desesperada! Há alguém ou alguma coisa que possa alimentá-la para sempre? Se há, por favor, dê-lhe comida boa para que se fortaleça e não morra. Alma, pobre alma!

Como está a sua hoje?

Thiago Mendes

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