segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

O amor é como o vento



As primeiras cartas trocadas por Dináh e Miguel....


“O amor é como o vento: não podemos vê-lo, mais podemos senti-lo. Às vezes surge leve, refrescante. Outras vezes se manifesta com agressividade e destrói grande parte de nossos corações. Apenar de perigosos, o amor e o vento são essenciais para a vida. E foi justamente isso que senti em uma festa de aniversário. Um vento, que ainda não sei se foi leve ou se foi um furacão; pois na verdade ele ainda não passou e talvez jamais irá passar”.

Quando a primeira carta chegou me senti ridícula e tive raiva de mim mesma. Não poderia ter deixado ir àquele que tinha tudo para ser o amor da minha vida. Resolvi responder à carta. Eu não podia parecer fácil, mais talvez eu tenha me parecido tão difícil que o tenha feito desistir.
Até hoje tenho a cópia da resposta que lhe enviei.

“Sim, o amor é como o vento que passa pelo chão de nossa vida e sempre que passa deixa um terrível estrago. Eu não me sinto preparada para enfrentar algo tão forte, e todo amor - como o vento, passa. É como descobrir que o Bicho Papão não existe; é só fechar os olhos imaginar um belo dia ensolarado com flores e um arco-íris e ele desaparece, a tempestade passa. Espero que desta vez não deixe nenhum estrago no jardim de meu coração”.




Lembre-se: O amor e o vento seguem para a mesma direção - o desconhecido!

Um comentário:

Michella disse...

Realmente o amor é como o vento, por onde passa destrói algo... mais estamos sempre dispostos a seguir em frente e começarmos tudo novamente!!!!!!!